Banco grande, conglomerado ou IF S1/S2.
Quarry foi feito propositalmente abaixo do escopo de SOC enterprise. Se a sua área de cibersegurança já tem squad dedicado, MSSP contratado e SIEM próprio, este produto não acrescenta nada — provavelmente substitui mal.
Fintech que precisa de antifraude transacional em tempo real.
Antifraude no instante da transação (score, velocity, device fingerprint para bloquear o Pix antes do envio) é outro produto. Quarry investiga depois — encontra o anel, monta a evidência, gera o relatório. Os dois são complementares, não substitutos.
Empresa que quer “AI-powered cyber” como argumento de captação.
Quarry usa modelos, sim, mas o relógio do produto é o relógio do regulador, não o do pitch deck. Se a expectativa é vender IA para fundo, esta provavelmente não é a ferramenta certa.
Quem ainda não decidiu se vai operar regulado no Brasil.
Se o roadmap regulatório está aberto (talvez Pix indireto, talvez BaaS, talvez nada disso), vale primeiro fechar o desenho. Quarry depende de saber qual regime se aplica.